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segunda-feira, 13 de junho de 2011

Germano Meneghel, músico do Olodum, morre em Salvador

O cantor e compositor Germano Meneghel, de 49 anos, morreu na manhã desta segunda-feira, em Salvador. Ele era um dos principais nomes do bloco afro Olodum, e fez sucesso cantando músicas como Avisa lá, Vem, meu amor e Alegria geral.
A causa da morte ainda é desconhecida. O corpo teria sido encontrado na própria casa do músico, no Centro Histórico da capital baiana. De acordo com amigos, ele  teria conversado com uma de suas filhas durante a manhã.
Germano sofria de pressão alta e passou mal no domingo.

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Dançando nossas Matrizes 2011 - BA

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quinta-feira, 26 de maio de 2011

Dexter faz show em Aracaju neste sábado, 28/05 - SE

O rapper paulista Dexter, ex-integrante do 509-E faz show pela primeira vez na cidade de Aracaju-SE, no próximo sábado dia 28 de maio , às 18h, na Praça dos Mercados - Thalles Ferraz e Antônio Franco, centro, no Fim de Semana Hip Hop, evento em comemoração ao aniversário de quatro anos do programa Império Periférico da rádio Aperipê FM 104,9. O show conta, ainda, com a apresentação dos grupos Tríplice Aliança e Uzotoz. Ingressos antecipados por R$ 15 (Unitário) e R$ 25 (Casadinha), nas lojas Pentágono, Venice, Planet Music, Reggae Station, Cd Club e na Casa Rua da Cultura.
A programação do Fim de Semana Hip Hop começa nesta sexta-feira (27), com um Baile Black na Casa Rua da Cultura, Praça Camerino, Centro, a partir das 21h, sob o comando dos Dj’s JB e Shalon (Aracaju), Branco (Salvador), e Loo (SP), com acesso limitado para quem comprou o ingresso antecipado para o show.

Império Periférico -
O Império Periférico, transmitido nos domingos das 17h às 19h na Aperipê FM 104,9, chega a receber 80 ligações numa só edição e já vai completar quatro anos em junho, o programa é um espaço aberto aos artistas que não tem a oportunidade de tocar suas músicas nas rádios comerciais.
SERVIÇO
Show de DEXTER em Aracaju – 2º Fim de Semana Hip-Hop
Onde: Praça dos Mercados – Thalles Ferraz e Antônio Franco, centro de Aracajú/SE.
Quando: Dia 28 maio de 2011 (sábado).
Quanto: R$ 15 (Unitário) e R$ 25 (Casadinha) – Antecipado.

Realização:
M12 Produções, MRF Produções e JR Som.
Mais informações:
(79) 8137-7013 – Marcão
(71) 9151-0631 – Dj Branco
(79)8827-5538 – Hot Black
E-mail: mensagenegra@hotmail.com
Blog: http://www.dexteremaracaju.blogspot.com/

sábado, 14 de maio de 2011

Dançando nossas matrizes: um diálogo entre as danças afro-brasileiras - BA

Será realizado no Espaço Xisto Bahia – Barris, dias 7, 8 e 9 de junho de 2011, das 08h00 às 21h00min o encontro: “Dançando Nossas Matrizes: um diálogo entre as Danças Afros brasileiras”.
Este encontro irá reunir em um só espaço os profissionais das Danças Afros da Bahia, onde serão realizados debates, oficinas de artes, intervenções artísticas e exibição de espetáculos totalmente gratuitos.
Informações e inscrições:
Endereço eletrônico: dancandonossasmatrizes@hotmail.com
Ou pelos telefones: (71) 87822559 / 82035548/87879091/88233207/88607868

Realização: Grupo de Professores das Danças Afros na Bahia

quinta-feira, 21 de abril de 2011

“Bença” um espetáculo do Bando de Teatro Olodum no Teatro Vila Velha no mês de maio - BA

 “Alguém que já viveu e que já acumulou experiências e ensinamentos tem a oferecer,
tem a dar. E também é um portador de toda uma história que foi acumulada.
Por isso que tomar bença significa receber a vibração positiva dessas pessoas.
A bença serve pra quem é abençoado; não pra quem põe a bença”,
Makota Valdina, educadora, religiosa e líder comunitária
 
O Bando de Teatro Olodum entra em cartaz, em maio, com BENÇA. O espetáculo instalação, que tem o patrocínio da Petrobras, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura, entra em cartaz a partir de 06 de maio, às 20h, no Teatro Vila Velha. O respeito aos mais velhos e ao tempo é o tema da peça que valoriza a memória cultural da população afro-brasileira. Em cena, os 17 atores e dois músicos contracenam com os depoimentos em vídeo os músicos Bule-Bule e Cacau do Pandeiro e as religiosas Dona Denir, Ebomi Cici, Makota Valdina e Mãe Hilza, figuras emblemáticas e guardiãs dessa cultura.
Em cartaz até 29 de maio, sempre às sexta e sábados, às 20h, e domingos, às 17h, BENÇA tem concepção e encenação de Márcio Meirelles. “Esse trabalho é um espetáculo instalação, que fomos descobrindo como fazer durante o próprio processo”, reflete Meirelles. “Agora estamos investigando essa relação de nossa dramaturgia com as novas tecnologias, usando os depoimentos, o audiovisual, o universo virtual como parte da narrativa cênica”, completa.  Os fragmentos de diálogos ganham corpo num palco com 20 metros de boca de cena com platéia de dois lados. Nesse espaço, as três projeções de vídeos simultâneas conduzem o espectador, que pode escolher qual deles acompanhar.
São sete temas principais que correspondem a sete diferentes blocos: Começo, Tempo, Mais Velhos, Respeito, Crianças, Morte e Fim. Meia hora antes do começo da peça, a ação já está em andamento – enquanto a platéia vai se acomodando, os atores, no tablado, cantam e tocam tambores e atabaques. Nos telões, imagens de atores negros que começaram a atuar antes de 1990, ano de surgimento do Bando de Teatro Olodum. Para completar, dois componentes do elenco filmam a entrada do público, com transmissão simultânea. A partir daí, a cada bloco dois atores se revezam na filmagem do próprio espetáculo.
Com linguagem contemporânea e não linear, a peça, ao falar dos mais velhos, trata a passagem do tempo como algo construtivo e enriquecedor. Não um tempo cronológico que simplesmente passa, mas o tempo das coisas, ou seja, ele é circular e traz benefícios.
“O tempo, pra cultura Banto, é muito profundo e envolve a formação de tudo, já que não é só o tempo do homem. É aí que entra a ancestralidade. Quando se diz que os Orixás são ancestrais é porque eles vieram antes do ser humano, assim como a natureza veio antes do ser humano. Foram eles que possibilitaram o nascimento da vida humana e o seu desenvolvimento. A gente é o resultado de toda essa natureza criada antes e essa essência de ancestralidade, portanto, deve ser respeitada”, Makota Valdina
 
Com isso, a montagem também fala da importância de saber envelhecer bem. “Nas entrevistas, encontramos líderes que parecem resistir ao extremo e se mantêm vivos apenas esperando que alguém chegue para substituí-los. Isso resume bem o nosso trabalho de garimpagem do conhecimento – um conhecimento que não se encontra nos livros e que acaba se perdendo se não for repassado às vezes, fisicamente, para as novas gerações”, afirma a diretora de produção, Chica Carelli. Nesse sentido, “saber envelhecer bem” pode ser interpretado como aprender a entender, a dosar e a dominar o tempo. Na fala do cordelista Bule Bule, “quem sabe viver espera a morte com grandeza e produz bastante, até no último momento. Deixa um legado para se comentar e continua vivendo através da sua obra em outras matérias. Se for manso com o tempo, convive com ele e chega onde deseja”, diz o artista popular.
“Tem coisa na juventude que não consigo entender
Velho ninguém quer ficar
Novo ninguém quer morrer
A melhor coisa da vida é ficar velho e viver”,
Bule Bule
Para Cacau do Pandeiro, uma dos músicos mais virtuosos da Bahia, a morte é uma das etapas do processo natural da vida e deve ser encarada com alegria. “Quem parte cedo é porque não teve aquele merecimento de ficar velho e aí tem que morrer”, diz ele. O espetáculo mostra que o corpo físico desaparece e se transforma, mas que a essência de cada um é eterna.
Ao retomar o respeito aos mais velhos como uma necessidade, BENÇA fala também das crianças. “Na minha família, o reconhecimento do saber dos idosos sempre foi natural. Minha bisavó era a vedete da contação de histórias e todo mundo ficava quieto para ouvir”, diz o coreógrafo Zebrinha, que acaba de receber o Prêmio Branskem de Teatro pela coreografia de BENÇA. Ele complementa com um alerta: “os velhos precisam ser preservados mesmo como pessoas físicas”. De fato, o pensamento corrobora com a fala de Makota Valdina em um dos vídeos quando ela lembra que em tempos passados a relação com a antiguidade envolvia uma reverência mais forte. “Dá-se muito valor ao que é novo, ao que é moderno, mas o que é velho está ficando em desuso”, afirma a educadora.
Com essa energia ancestral de Orixá, tudo conspira a favor de uma justa homenagem à companhia negra mais popular e expressiva da história do teatro na Bahia.
O Projeto:
O espetáculo “Bença” faz parte de um projeto maior chamado “Respeito aos Mais Velhos”, que ganhou, há dois anos, o edital de manutenção de grupos e companhias de teatro e dança do Programa Petrobras Cultural. As cidades de Salvador, Ilhéus, Feira de Santana, Rio de Janeiro e São Luís do Maranhão receberam workshops de memória e identidade, dança, teatro e música com foco no resgate cultural e na sabedoria popular sempre abertos ao público. A mesma equipe que ministrava os workshops realizava as pesquisas e entrevistas mostradas em BENÇA, além de apresentar espetáculos do seu repertório. Já os seminários aconteceram em Salvador, com os seguintes temas: Patrimônio Imaterial, Quilombos Urbanos, História da Ocupação Territorial do Povo Negro e Registro de Memórias e Tradições.
NOVA TEMPORADA
O espetáculo BENÇA foi visto por 2.573 pessoas somente em sua temporada de estréia, em novembro de 2010. Depois se apresentou no Rio, no Espaço Tom Jobim. A peça, comemorativa dos 20 anos do Bando, gerou matérias em jornais e revistas locais e nacionais, e críticas elogiosas ao trabalho do grupo e à peça, além de receber quatro indicações ao Prêmio Braskem, a mais importante premiação do teatro baiano, nas categorias: Melhor Espetáculo, Melhor Diretor (Márcio Meirelles), e Categoria Especial com Jarbas Bitencourt, pela direção musical, e Zebrinha, pela coreografia.
Apesar de ter tido em torno de 100 por cento de sua platéia ocupada, muitas pessoas ficaram sem ver o espetáculo. Inclusive muitos daqueles que são detentores do conhecimento sobre os temas que são tratados na peça e que ajudaram na sua construção, como fonte de pesquisa.
Em maio, na nova temporada, o Bando e a Petrobras trarão convidados dos lugares que foram visitados com o projeto, onde foi apresentado o repertório e feita a pesquisa. Pessoas ligadas ao culto afro de importantes instituições religiosas de São Luiz do Maranhão, Ilhéus e Feira de Santana vão conferir o fruto do trabalho que ajudaram a construir. Estão sendo convidados também, dentro de uma cota de convites, pessoas do culto afro de vários terreiros de Salvador. A prefeitura de Cachoeira já garantiu a vinda da centenária Irmandade de Nossa Senhora da Boa Morte, uma das mais importantes manifestações religiosas afro-brasileira. Outras prefeituras e instituições ligadas à cultura negra e aos mais velhos podem entrar em contato com o Bando.
Pensando nestes convidados especiais da plateia, o Bando apresentará BENÇA mais cedo aos domingos: às 17h, facilitando o deslocamento dos mais velhos. 
 
SERVIÇO
BENÇA
Estreia dia 06 de maio
Sextas e sábados, 20h / domingos, 17h ATÉ 29 DE MAIO
Os ingressos custam R$40 inteira e R$20 meia todos os dias.
Promoção
Os 50 primeiros ingressos, de cada sessão, serão disponibilizados a R$ 15 (preço único). Até 24h antes de cada espetáculo.
Instituições e escolas terão descontos na compra acima de 20 ingressos. Cada ingresso ficará no valor de R$ 15 (preço único).
 
Realização: Bando de Teatro Olodum e Teatro Vila Velha
Tel: 71. 3083-4607
E-mail: bando2@gmail.com
blog: www.bandodeteatro.blogspot.com

sábado, 16 de abril de 2011

GOC apresenta "A rima denúncia em Salvador" - BA

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quarta-feira, 13 de abril de 2011

5 anos do Hip Hop é comemorado com fim de semana dedicado especialmente a essa cultura

Batalhas de breakdance, oficinas e debates farão da programação do VIVADANÇA Festival Internacional Ano 5 dedicada às artes de rua
Trazer para um teatro uma cultura tipicamente de rua. Esse é o desafio do VIVADANÇA Festival Internacional Ano 5 no final de semana especialemente dedicado ao Hip Hop. A ideia é usar um espaço dedicado à artes tradicionais, como o teatro, para abrigar e reconhecer a importância da cultura de rua. Serão dois dias de programação intensa que buscam comemorar os 15 anos do Hip Hop na Bahia através de atividades que envolverão diversos aspectos dessa cultura.
A programação começa ainda antes do final de semana, no dia 21 de abril, às 13h, com as eliminatórias da batalha de breakdance, que serão realizadas no Teatro do IRDEB. Essa competição, que contará com jurados nacionalmente conhecidos na área do breakdance, visa escolher a melhor dupla estadual desse estilo. A final do concurso acontecerá no domingo, dia 24, às 14h, no Teatro Vila Velha.
Outras atividades relacionadas à cultura do Hip Hop completam o final de semana. A programação começa na manhã do sábado, 23 de abril, com as oficinas de breakdance, dj e grafitti e seguem pela tarde e noite com a transmissão ao vivo do programa de rádio Evolução Hip Hop que contará com a participação do rapper paulista DEXTER, ex-integrante do 509-E,e do grupo baiano Fúria Consciente, e uma Jam Session especial desse estilo musical. Ainda no sábado, às 14h, acontece a mesa redonda Hip Hop e Direitos humanos – Mudando as regras do jogo”, com participação do rapper paulista, DEXTER, ex-50E, e do militante do Movimento Negro e da Luta Anti-Prisional, Hamilton Borges e do Secretário de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos,Almiro Sena. A mediação será do DJ Branco. Já no domingo, 24, o Teatro Vila Velha recebe uma feirinha de artigos relacionados à cultura do Hip Hop e as semi-finais e final da 4ª Batalha de Break – Evolução HipHop toma conta do palco do teatro. Toda a programação é gratuita.

PROGRAMAÇÃO MOSTRA HIPHOP EM MOVIMENTO 2011


ELIMINATÓRIA DA 4ª BATALHA BREAK – EVOLUÇÃO HIP HOP
21 de abril | quinta-feira | 13h às 21h
Local:
 Teatro do IRDEB – Fim de Linha da Federação
Entrada: 1 kl de alimento não perecível
Jurados: B.Boy Banks (SP), Bboy Crazy Luffy (CE), BGirl Weedja (PE)
Discotecagem: DJ Bandido
Coordenação: B.Boy Ananias e Bgirl Tina (Independente de Rua)
Classificação etária: Livre
Crédito da foto: João M. Meirelle



OFICINAS GRATUITAS DE GRAFITTI, BREAK E DJ
Sábado | 23 de abril | 9h às 12h.
Local:
 Sala João Augusto, Sala 2 e Passeio Público – Teatro Vila Velha
Oficineiros:
- Graffite: Lee 27
- Break: B.boy Ananias
- Dj: Dj Môpa
-Classificação etária: Livre
Crédito da foto: Dj Branco


MESA REDONDA: “HIP HOP E DIREITOS HUMANOS”

Sábado| 23 de abril | 14h às 16h30.
Local: 
Teatro Vila Velha
Entrada: Franca
Tema da mesa:
 “Hip Hop e Direitos Humanos – Mudando as regras do Jogo”
Palestrantes: Dexter (SP– Rapper, ex-integrante do grupo 509-E, Drº Almiro Sena, Secretário de Justiça Cidadania e Direitos Humanos do Estado da Bahia, eHamilton Borges – Militante do Movimento Negro e da Luta Anti-Prisonal.
Mediação: DJ Branco – Coordenador da Mostra HipHop em Movimento.
Classificação etária: 12
Crédito da foto: Capa CD – Divulgação


TRANSMISSÃO DO PROGRAMA EVOLUÇÃO HIP HOP (RÁDIO EDUCADORA FM 107,5)
Sábado | 23 de abril | 17h às 18h
Local:
 Palco Principal – Teatro Vila Velha
Atrações:   Dexter (SP) e Fúria Consciente (BA)
Entrada: Franca
Classificação etária: Livre
Crédito da foto: Mateus Perreira
O Programa “Evolução HipHop”, da 107.5-Educadora FM, será transmitido (AO VIVO), direto do palco principal do Teatro Vila Velha, Passeio Público,  com a participação do rapper paulista DEXTER, ex-integrante do grupo 509 E, e do grupo baiano Fúria Consciente. Foi neste local que, há mais de 15 anos, aconteceram às primeiras reuniões do movimento Hip Hop na Bahia.

JAM SESSION HIP HOP

Sábado | 23 de abril | 18h às 21h.
Local:
 Teatro Vila Velha
Atrações: Daganja, Negro Davi, Anjos do gueto, Calibre Mc e Fall, Quatro Preto, RBF e Os Agentes.
Entrada: Franca
Classificação etária: Livre
Crédito da foto: Dj Branco
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FEIRA HIP-HOP
Domingo| 24 de abril | 13h às 21hs
Local:
 Cabaré dos Novos – Teatro Vila Velha
Entrada: Franca
Classificação etária: Livre
Crédito da foto: Dj Branco

FINAIS – 4ª BATALHA DE BREAK – EVOLUÇÃO HIP HOP

Domingo | 24 de abril |  14h às 21h.
Local: Palco Principal – Teatro Vila Velha do Teatro Vila Velha
Entrada: Franca
Jurados: B.Boy Banks (SP), Bboy Crazy Luffy (CE), BGirl Weedja (PE)
Discotecagem: DJ Bandido
Coordenação: B.Boy Ananias e Bgirl Tina (Independente de Rua)
Classificação etária: Livre
Crédito da foto: João M. Meirelles