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sábado, 17 de julho de 2010

Show internacional de rap na Pílula Feira Preta dia 18 de julho na Casa das Caldeiras - SP

'Pílula de Cultura Feira Preta apresenta uma edição especial dedicada ao movimento Hip Hop - "Se eu tô com o microfone é tudo no meu nome".
O tema dessa edição, foi inspirado na música do artista Rappin Hood – "Se eu tô com o microfone é tudo no meu nome". O "Hip Hop pode influir na política pública pra juventude?".

O debate contará com a participação internacional da rapper espanhola com ascendência Dominicana Arianna Puello Pereyra, Tiely Queen (Coletivo Hip Hop Mulher) atriz, cineasta, esportista e rapper, DJ Ajamu, entre outros convidados e mediação de Adriano José (ONG Ação Educativa). Também haverá uma banca de livros.
Dia: 18 de julho 2010.
Horário: das 16h às 20h
Local: Casa das Caldeiras: Av. Francisco Matarazzo, 2000 - Barra Funda
 
Tel.: 3873-6696
Acesso: Entrada livre e Gratuita

“Escritos Negros: A Literatura Rap Negra” - SP

Dia 18/07, domingo - 18h

O projeto “Escritos Negros: A Literatura Rap Negra” traz artistas que dialogam literatura e rap, para compartilhar experiências com o público e apresentar suas criações. Projeto contemplado pelo Edital de Ocupação do CCJ.
Centro Cultural da Juventude Ruth Cardoso. Zona Norte. São Paulo. Grátis.
AKINS KINTE E PATOTA d’FIRMINO Dia 18/07, domingo, 18h Anfiteatro
Akins Kinte, poeta e integrante do grupo de rap Patota d’Firmino, apresenta sua trajetória dentro da literatura e do rap. O encerramento fica por conta da apresentação musical do grupo Patota d’Firmino.

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Feijhôada comemora 50 anos de Negra Jhô no dia 18 de julho - BA

Festa no Largo Tereza Batista reunirá artistas em homenagem à cabeleireira afro mais famosa da Bahia
 
Artistas de vários estilos vão se reunir, em 18 de julho, no Largo Tereza Batista, para comemorar o aniversário de 50 anos de Negra Jhô, cabeleireira afro mais famosa da Bahia. O evento de confraternização, que é parte da agenda do Pelourinho Cultural, programa da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia e marca também o início do projeto Feijhôada, terá início às 13h. Na ocasião, diversos artistas convidados para comandar a festa irão dar o tom das comemorações. Dentre eles, grandes amigos da cabeleireira e figuras ícones do Pelourinho como Tonho Matéria, Aloísio Menezes, Sangue Brasileiro, Pagode dos Parceiros, Afro Jhow, Carlos Belfort, Matildes Charles e Cassiana Perola Negra. Além de música, o evento contará com intervenções poéticas e exposição de fotografias do acervo pessoal. Especialista em transformar cabelos em looks cheios de estilo, Negra Jhô é proprietária desde 1997 de um salão de beleza na rua Frei Vicente, no Pelourinho, e trabalha há mais de 30 anos com penteados afro.

Fonte: Evolução Hip Hop

segunda-feira, 5 de julho de 2010

Espetáculo "Se acaso você chegasse" no Teatro da UNEB - BA

O público que não conseguiu assistir ao espetáculo “Se acaso você chegasse” terá mais uma oportunidade. A montagem fará apresentações de dias 08, 15 e 22 (quintas) de julho, às 19h, no Teatro Uneb. O espetáculo esteve em cartaz na sala do coro, no Teatro XVIII e no Teatro Jorge Amado.

Na história, uma mulher que nasceu para ser estrela. Desde cedo, botou a boca no mundo: para cantar, para mostrar que podia ser alguém, para se defender de tudo e de todos, em um mundo que sempre pareceu estar contra ela. Entretanto, como é dura na queda, levantou, sacudiu e deu a volta por cima. Hoje, ela é uma das divas da nossa música: Elza Soares.

Fonte: UNEB 

terça-feira, 29 de junho de 2010

Espetáculo infantil IGI, Á Arvore da Vida - RJ


(Clique na imagem para ampliá-la)
ESPETÁCULO DE TEATRO PARA CRIANCAS, GANHADOR DO PRÊMIO MYRIAM MUNIZ / FUNARTE, COM TEMPORADA DE ESTRÉIA DE 03 DE JULHO A 15 DE AGOSTO,
NO TEATRO MUNICIPAL MARIA CLARA MACHADO/PLANETÁRIO

ESTREIA SÁBADO, DIA 03.07, a 17h.
Espetáculo musical infanto juvenil, de texto inédito, baseado em histórias e lendas africanas (ÍTÀN), a partir de pesquisas em torno das influências da mitologia africana na cultura e nos saberes populares brasileiros.

A pesquisa traz para esse espetáculo através de sua dramaturgia, estética, movimentação cênica e estrutura musical o resultado de novas formas de intercâmbio cultural entre África e Brasil. Este espetáculo tem por objetivo trazer para o público jovem novas facetas do saber e do viver africano, propondo reflexões e estimulando o público a esclarecer distorções a cerca do universo sócio político econômico e filosófico africano ocorridas até hoje na nossa educação brasileira.

Dessa forma objetivamos levar o nosso público ao real entendimento de suas origens históricas e com isso reconduzir os conceitos discriminatórios equivocados para um pensamento renovado e renovador, a altura de uma nova sociedade que está por se desenvolver constituída por cidadãos críticos e proativos, com total aceitação da pluralidade.

O povo brasileiro tem suas origens históricas alicerçadas em três etnias: ameríndia, européia e africana. Somos indiscutivelmente produto majoritário dessas três civilizações e suas culturas de vida. A despeito disso, encontramos muitos equívocos na tradição educacional de nosso país, no que diz respeito às etnias. Sob a ótica do “vencedor”, vivemos por muitos anos em nossa sociedade brasileira, lacunas e distorções na transmissão da história do pensamento africano e de sua diáspora através da escravidão.

Hoje temos novos movimentos sociais no sentido de trazer a tona fatos esclarecedores que venham completar o quebra-cabeças das origens brasileiras, fortalecendo nossa identidade cultural. Embora ainda não tenha sido levada à efeito, temos a Lei 10639/2003 que inclui a temática da história e cultura afro-brasileira e africana no currículo das escolas.

E nesse caminho de renovação e de ampliação do olhar de nosso público jovem, público alvo desta pesquisa, é que o espetáculo “IGI – A ÁRVORE DA VIDA” se desenvolve.

Uma trama inédita, dinâmica e instigante, que se inspira em histórias ancestrais africanas, levando o nosso público, através dos recursos estéticos e musicais, para a atmosfera mitológica africana com seus arquétipos, linguagens e costumes, e dessa forma os transformando em suas percepções e sensibilidades.

PÚBLICO ALVO

O espetáculo “IGI – A Árvore da Vida” tem classificação livre e é direcionado principalmente a crianças e jovens, mas por se tratar de uma encenação com música e permeada de humor e dinamismo, este se torna um espetáculo que diverte não só nosso público alvo, mas também os adultos que acompanham essas crianças. A Cia. Muito Franca! tem preocupação em tecer espetáculos que além de seu público alvo entretenha toda a família.

SINOPSE

IGI, A ÁRVORE DA VIDA é a história de Olhos Inocentes, um jovem rapaz que, para recuperar a saúde e felicidade de sua mãe, Coração de Amor, é aconselhado pelo adivinho da aldeia e vai encontrar a “folha da vida” que habitava o ponto mais alto da copa da árvore mais antiga da aldeia: O BAOBÁ. Nessa viagem, Olhos Inocentes encontra alguns amigos e vários obstáculos, conseguindo sempre superá-los através da inteligência e dos bons sentimentos. Ao fim da intrépida viagem, ele não encontra exatamente o que espera, mas algo muito mais valioso, que transforma completamente os rumos de sua vida.

SERVIÇO:
Espetáculo infantil IGI, Á Arvore da Vida
Com a Cia Muito Franca, 10 anos de Teatro, direção Bruno Bacelar
De 03.07 a 15.08
Sábados e domingos as 17h
Livre para todos os públicos
50 minutos de duração
R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia), 20% de desconto para Assinantes de O Globo
Teatro Municipal Maria Clara Machado / Planetário da Gávea
Av. Padre Leonel Franca, 240, Gávea
Lotação: 138 lugares
Telefone: 2274-7722

FICHA TÉCNICA
TEXTO: BRUNO BACELAR
DIREÇÃO: BRUNO BACELAR
ATORES: BRUNO BACELAR, LEONAM THURLER, GABRIEL NAEGELE, RODRIGO DIAS E THAÍS ALVES
MÚSICOS: RAFAEL OLIVEIRA
ASSISTENTE DE DIREÇÃO: ANDRÉ MASSENO
ILUMINADOR: MARCIO LEANDRO
CENOGRAFIA: GABRIEL NAEGELE
CENOTÉCNICO: FÁTIMA SOUZA
FIGURINO: LEONAM THURLER
ADEREÇOS: LEONAM THURLER
MAQUIAGEM: FLAVIA PEPE
COREOGRAFIAS: ANDRÉ MASSENO
MÚSICAS: BRUNO BACELAR
ARRANJOS: MARCO AUREH
PREPARAÇÃO CORPORAL: ANDRÉ MASSENO
PREPARAÇÃO VOCAL: JORGE MAIA
PROGRAMAÇÃO VISUAL: VALTER BRUM
FOTÓGRAFA DA CIA: VANIA FREIRE
FOTOS ADICIONAIS: CLA LEAL
CAPTAÇÃO DE APOIOS: CORBELINO CULTURAL E MARIANA RAMECK
PRODUÇÃO: CIA MUITO FRANCA E CORBELINO CULTURAL
REALIZAÇÃO: CIA MUITO FRANCA, 10 anos

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Exposição "Luanda, suave e frenética 2" - BA

O MAM-BA apresenta, de 31 de maio a 17 de julho, a exposição inédita Luanda, suave e frenética 2,com curadoria assinada por Fernando Alvim, multiartista e vice-presidente da Fundação Sindika Dokolo. A mostra reúne 15 trabalhos de 13 artistas de origem africana, que apresentam diferentes perspectivas de Angola e da África em fotografia, instalação, cinema e vídeo (longa-metragem, curta-metragem e documentário).     

Obras de nomes como Yonamine, Kiluanji, Chilala Moco, Paulo Kapela, Jorge Palma e Nástio Mosquito poderão ser conhecidas. O longa-metragem Il y a toujours quelqu’un qui t’aime, do artista angolano Pocas Pascoal, será exibido na Saladearte do MAM-BA, durante todo o período da mostra, das 13h às 14h.
A exposição é uma das ações no Brasil que antecedem a abertura da II Trienal de Luanda, considerada a maior mostra de arte contemporânea da África e que acontecerá em diferentes espaços de Luanda entre setembro e dezembro deste ano.    

A proposta da mostra, segundo Fernando Alvim (leia aqui entrevista com o curador angolano), é permitir que o público baiano aprecie a produção artística africana da atualidade e construa novos imaginários, rompendo com os estereótipos que costumam limitar a cultura do continente a rituais, tribos e máscaras.

O intercâmbio permanente com artistas e instituições culturais de todo o mundo, incluindo eventos da natureza da Trienal de Luanda, é um dos objetivos primordiais do MAM-BA. Dessa forma, o Museu busca expandir sua atuação para além de qualquer fronteira e constituir-se como um polo vibrante de troca de conhecimento e experiências, muito mais que mero espaço expositivo.  

A exposição Luanda, suave e frenética 2 é uma iniciativa da Fundação Sindika Dokolo, e conta com parceria do Governo da Província de Luanda e do Governo do Estado da Bahia, por meio da Secretaria de Cultura do Estado da Bahia (SECULT), Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural da Bahia (IPAC), Diretoria de Museus (DIMUS) e Museu de Arte Moderna da Bahia (MAM-BA).  

A mostra permanece aberta à visitação no Casarão do MAM, de terça-feira a domingo, das 13 às 19h, e aos sábados, até às 21h.       

Clique aqui para mais informações.

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Simples Rap'ortagem no Vila Velha - BA

 (Clique na imagem para ampliá-la)
  
O grupo Simples Rap’ortagem que vem se destacando pelo profissionalismo e produção musical, apresentará no contexto dos shows no Teatro Vila Velha coreografias realizada por Jedjane Mirtes, breaking, encenações e a performance de suas personagens: a vocalista MC Eduarda que exibe seu talento no duelo com o machista MC Bengala. O Rima afiada do grupo estará em diálogo com variadas vertentes musicais através da participação especial de grandes artistas.
  
SERVIÇO
 
O QUÊ: Show Simples Rap’ortagem em Cena
QUANDO: 13 de maio
PART. ESPECIAIS: Saulo Fernandes (Banda EVA) e Peu Meurray
CONVIDADOS: Sueide Kintê, Shirley Kayaila, Mia Lopes e Preto Zeco
ONDE: Teatro Vila Velha / Cabaré
HORAS: Das 20h as 21:30h
INGRESSOS LIMITADOS: R$ 14,00 inteira / R$ 7,00 meia já a venda no Teatro.
QUANDO: 27 de maio
PART. ESPECIAIS: Cortejo Afro, Banda Dida e Dão
CONVIDADOS: Sueide Kintê, Rebeca Lawinsky, Negros de Fé, Mia Lopes, Preto Zeco e Denise Correia
ONDE: Teatro Vila Velha / Cabaré
HORAS: Das 20h as 21:30h
INGRESSO: R$ 14,00 inteira / R$ 7,00 meia
 
 
Confira no Youtube o VT 15” sobre o show dia 13: http://www.youtube.com/watch?v=hRTuS3v0_As
 
CONTATOS:
Simples Rap’ortagem – escritorioepa@yahoo.com.br
Prod. Vanessa Paixão (71) 8733-0590
Prod. Gerson Ferreira (71) 9166-0811
Teatro Vila Velha: (71) 3083-4600